Estou em férias. Depois de um ano de intenso labor profissional, me encontro numa linda praia recompondo minhas energias para a próxima etapa, ou melhor: o segundo tempo. Essas férias não seriam completas se não estivesse ao lado da minha esposa e do nosso pequeno Lucas. Reparei que desde que casamos, estas são as primeiras férias que realmente conseguimos planejar um sumisso juntos! É grande a felicidade que sinto por ter conseguido colocar esse anelo em prática. Só aproveitar agora.
O mês de março se apresenta como uma excelente opção para viajar ao litoral. Nessa época as praias estão sempre menos lotadas, os preços mais acessíveis e as temperaturas continuam elevadas. Por isso, quando é possível fazer esta escolha, só se colhe vantagens.
O que não está em férias é a minha mente. Essa não pode sair de férias, precisa estar sempre ativa, em movimento. Ócio nem pensar. Não que não consiga me desligar do trabalho, mas as férias se tornam uma excelente ocasião para curtir a esposa, o filhote e colocar aquela leitura em dia. Os pensamentos que compõe a casa mental logicamente não devem ser os mesmos do cotidiano profissional. Por isso mesmo não posso deixar de observar essa natureza toda a minha volta, as alegrias que minha familia está me oferecendo e não contemplar esse momento com profundos pensamentos.
Tenho utilizado as férias como um divisor de águas. É um momento onde tenho a oportunidade de rever o planejamento para o ano, finalizar meu inventário íntimo e corrigir ou ajustar possíveis desvios. É uma ocasião muito especial para fazer uma releitura do que vivi no último ano com vistas a experimentar no ano que se inicia novas realidades. Pensar em tudo o que favorece o processo de evolução consciente, ensina o autor da Logosofia. É nisso que concentro meus esforços nesse período tão afetuoso que são as férias.
Oxalá possa viver momentos maravilhosos nessas férias ao lado de todos que amo e quero bem. Que seja mais uma oportunidade para crescer espiritualmente e avançar nesse caminho de evolução.